Extração rápida de vitima em veículos com o uso do ked

Técnicas para o profissional socorrista para retirada de vitima em acidentes de transito usando o colete imobilizador dorsal.

A rigidez vertical e a flexibilidade horizontal torna o colete imobilizador dorsal (ked) o método mais indicado para extração de vitimas presas nas ferragens e imobilização de coluna em situações de emergência. Pode ser usado em várias situações, inclusive em grávidas, crianças e vitimas pequenas. Pode ser utilizado para imobilizar alguns tipos de fraturas, como por exemplo de pélvis. 1. Um socorrista manterá a imobilização manual e o alinhamento da vitima, segundo o eixo nariz, umbigo e pés.2. Aplicar o colar cervical, mantendo sempre a estabilização cervical manual.

3. Introduzir lateralmente o colete imobilizador, fazendo-o deslizar pelas costas da vitima de forma que as abas e presilhas passem para o outro lado, alinhando-o posteriormente à coluna da vitima;4.Ajustam-se as abas às axilas e ao tórax e fixa-se primeiro a presilha do meio e em seguida a presilha inferior. O ajustamento inicial é feita segurando a presilha do  meio ao tórax com uma mão e tracionando com a outra na parte da presilha juntoao fecho, sempre com atenção a possíveis lesões da vítima nesta região do corpo.

5. A última presilha a ser conectada é a superior, no entanto não se deve apertar demais (deixe ficar bastante larga).

6. Se necessário,para preencher a curvatura cervical e preencher o espaço entre o colete imobilizador  e a coluna cervical utilizar a almofada que poderá inclusive ser dobrada.

 

7. Colocam-se as presilhas das extremidades inferiores por baixo das  coxas no sentido do meio destas, fazendo-as deslizar até ao local correto, seguidamente, passando-o por cima da outra coxa prende-se nas conexões laterais das abas. (Nota: O uso das presilhas das pernas não é recomendado em caso suspeita de fratura pélvica ou do fêmur).

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8.Posicione as abas da cabeça em seu redor. Evite qualquer movimento do pescoço. Aplica-se em seguida as presilhas (“cabrestos”), começando pelo frontal, de forma a que este prenda em baixo, e depois o do mento que envolve o colar cervical e prende em cima.

9. Por fim, segurando sempre antes do fecho com uma mão e traccionando com a outra na parte a seguir àquele, ajustam-se todas as precintas.

A vítima está então pronta a ser removida. Mantenha um profissional à cabeça e mais dois, um de cada lado da vítima. Exercer força nas pegas laterais e da cabeça e debaixo dos joelhos. A vítima pode ser rodada para o lado que tiver mais espaço ou deslizar sobre um plano duro. Pode ser retirada de frente ou de costa, em posição de sentado ou deitado. Depois da vítima estar no plano deve libertar as presilhas das pernas, aliviar a presilha do tórax avaliando os parâmetros respiratórios, assim como a necessidade de aliviar a presilha do mento.Imobilizar seguramente a vitima e o colete a prancha longa observar atentamente os sinais vitais evite movimentos desnecessários  

Referências Bibliográficas: Manual de Atendimento Pré- Hospitalar do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo
Escrita por profissional especializado em emergência

 

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